quinta-feira, 30 de outubro de 2014

O que é DHCP? Entenda tudo sobre o protocolo

Na maioria das vezes em que você conecta um equipamento a uma rede (local ou remota), um dos motivos de tudo ser tão fácil e rápido é o protocolo DHCP (Dynamic Host Configuration Protocol).  Talvez você nunca nem tenha ouvido falar dele, mas ele está em quase todas as rede atualmente. Para entendê-lo melhor, conheça um pouco mais sobre esse importante recurso de rede do seu computador.

Esquema de funcionamento de um servidor DHCP (Foto: Montagem/Edivaldo Brito)Esquema de funcionamento de um servidor DHCP (Foto: Montagem/Edivaldo Brito)
Dynamic Host Configuration Protocol (Protocolo de configuração dinâmica de host, ou simplesmente DHCP), é o nome de um protocolo TCP/IP que oferece serviços de configuração dinâmica em redes.

Sem que o usuário perceba, ao se conectar em uma rede esse serviço fornece automaticamente endereço IP, máscara de sub-rede, Gateway Padrão, endereço IP de um ou mais servidores DNS/WINS e sufixos de pesquisa do DNS, para que o dispositivo do usuário possa utilizar a rede e obter acesso aos recursos disponibilizados nela e acesso à Internet, se houver.
O DHCP surgiu como padrão em outubro de 1993, tornando-se o sucessor do BOOTP, um protocolo que embora fosse mais simples, tornou-se limitado diante das atuais exigências para redes e conexões.
O DHCP é um protocolo muito importante para o funcionamento da maioria das redes atuais e é uma ferramenta essencial para os administradores de rede, por permitir configurar grandes quantidades de dispositivos em rede, sem qualquer configuração manual.Resumidamente, o DHCP trabalha da seguinte forma:  Um dispositivo com suporte ao protocolo envia uma requisição DHCP e os servidores DHCP que capturarem este pacote irão responder (se o cliente se enquadrar em alguns critérios) com um pacote com informações como um endereço IP, máscara de rede e outros dados opcionais, como servidores de DNS, o gateway padrão ...
O protocolo tem configuração abrangente e pode trabalhar de três modos: automática, dinâmica e manual.
- O modo automático é o mais simples e possibilita administrar um grande parque de máquinas na rede sem muitas complicações;
- Já o modo dinâmico é idêntico ao automático, exceto pelo fato dele determinar o tempo que dispositivo terá acesso a rede de acordo com as necessidades do administrador;
- Por fim, o modo manual permite alocar um endereço IP atrelado ao MAC (Medium Access Control) de cada placa de rede, forçando cada computador a utilizar apenas o endereço IP configurado. Este recurso é bastante útil quando uma máquina possua um endereço IP fixo ou o administrador precisa ter um controle maior sobre determinados endereço e máquinas da rede.
Mas, o trabalho do DHCP não se resume apenas em entregar informações aos novos hosts da rede. Com um recurso poderoso como o DHCP, dependendo de como o administrador configura ele, é possível até mesmo restringir o acesso a rede e a Internet para determinadas máquinas.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Reparar e Recriar arquivo de dados do Outlook (.pst e .ost)

Reparar arquivos de dados do Outlook (.pst e .ost)


Se não conseguir abrir o Arquivo de Dados do Outlook (.pst) ou se suspeitar que o arquivo de dados está corrompido, você poderá usar a ferramenta de Reparo da Caixa de Entrada (scanpst.exe) para diagnosticar e reparar erros no arquivo. A ferramenta de Reparo da Caixa de Entrada só verifica os Arquivos de Dados do Outlook (.pst ou .ost) em seu computador e analisa a integridade da estrutura do arquivo.
Se você estiver usando uma conta do Microsoft Exchange e o Arquivo de Dados do Outlook offline (.ost) estiver com itens ausentes ou não estiver sincronizado com a caixa de correio do Exchange, você poderá recriar o arquivo.

Ferramenta de Reparo da Caixa de Entrada (scanpst.exe)

A ferramenta scanpst.exe é instalada em seu computador quando você instala o Microsoft Outlook 2010. A ferramenta de Reparo da Caixa de Entrada tenta corrigir os problemas redefinindo a estrutura do arquivo de dados e reconstruindo os cabeçalhos dos itens do Outlook. Se você estiver usando uma conta do Exchange, a ferramenta não se conectará, nem analisará os dados salvos no servidor Exchange.
 IMPORTANTE    Você deve sair do Outlook antes de usar a ferramenta de Reparo da Caixa de Entrada. Ela não está acessível no Outlook.
  1. Abra o Windows Explorer e selecione a pasta unidade:\Arquivos de Programas\Microsoft Office\OFFICE14.
  2. Clique duas vezes em Scanpst.exe.
  3. Na caixa Digite o nome do arquivo a ser verificado, digite o nome do arquivo .pst ou .ost que você deseja verificar ou clique em Procurar para selecionar o arquivo.
  4. Para especificar as opções de log de verificação, clique em Opções e depois clique na opção que desejar.
  5. Clique em Iniciar.
  6. Se forem encontrados erros, será solicitado que você inicie o processo de reparo para corrigir os erros.
O arquivo de backup será criado durante o processo de reparo. Para alterar o nome ou local padrão deste arquivo de backup, na caixa Digite o nome do arquivo de backup, digite um novo nome ou clique em Procurarpara selecionar o arquivo que você deseja usar.
  1. Clique em Reparar.
  2. Inicie o Outlook com o perfil que contém o arquivo .pst que você tentou reparar.
  3. No Painel de Navegação, clique em Lista de Pastas.
Atalho do teclado  Para alternar para a Lista de Pastas, pressione CTRL+6.
Na Lista de Pastas, você pode ver uma pasta chamada Pastas Pessoais Recuperadas que contém as pastas do Outlook padrão ou uma pasta Achados e Perdidos. As pastas recuperadas estão geralmente vazias, porque esse é um arquivo .pst reconstruído. A pasta Achados e Perdidos contém as pastas e os itens recuperados pela ferramenta de Reparo de Caixa de Entrada.
Você pode criar um Arquivo de Dados do Outlook (.pst) e arrastar os itens da pasta Achados e Perdidos para o novo arquivo de dados. Quando você tiver terminado de mover todos os itens, poderá remover o arquivo Pastas Pessoais Recuperadas (.pst), incluindo a pasta Achados e Perdidos, do seu perfil.
 OBSERVAÇÕES 
  • Se você puder abrir o Arquivo de Dados do Outlook (.pst) original, talvez possa recuperar os itens adicionais do seu arquivo .pst danificado. Por padrão, a ferramenta de Reparo da Caixa de Entrada cria um arquivo com o mesmo nome, mas com a extensão de arquivo .bak. O arquivo .bak está localizado na mesma pasta que seu arquivo .pst original. Talvez seja possível recuperar itens do arquivo .bak que a ferramenta de Reparo de Caixa de Entrada não conseguiu recuperar. Faça uma cópia do arquivo .bak e dê ao arquivo um novo nome com uma extensão .pst, como bak.pst. Importe o arquivo bak.pst e mova os outros itens recuperados para o novo arquivo .pst que você criou.
  • Uma cópia do arquivo de log será salva na mesma pasta do arquivo .pst.
Recriar um Arquivo de Dados do Outlook offline (.ost)

Os Arquivos de Dados do Outlook (.ost) offline são cópias de suas informações do Exchange. Não é necessário fazer backup desse arquivo. Você pode criar uma nova cópia a qualquer momento.
  1. Saia do Outlook.
  2. No Painel de Controle, clique ou clique duas vezes em Email.
A barra de título da caixa de diálogo Configurar Email contém o nome do perfil atual. Para selecionar um perfil diferente já existente, clique em Mostrar Perfis, selecione o nome do perfil e, em seguida, clique emPropriedades.
  1. Na guia Email, selecione a conta do Exchange e em clique em Alterar.
  2. Desmarque a caixa de seleção Usar Modo Cache do Exchange.
  3. Clique em Mais configurações.
  4. Na guia Avançado, clique em Configurações do arquivo da pasta offline.
  5. Clique em Desativar o Uso Offline e na caixa de diálogo que é exibida, clique em Sim.
 OBSERVAÇÃO   Se você não puder clicar em Desativar Uso Offline, isso indicará que a caixa de seleção Usar Modo Cache do Exchange não foi desmarcada na etapa 4. Essa caixa de seleção deve ser desmarcada.
  1. Novamente, clique em Configurações do Arquivo de Pasta Offline.
  2. Clique em OK.
  3. Na caixa de diálogo que é exibida, clique em Sim.
  4. Em Configurações do Modo Cache do Exchange, marque a caixa de seleção Usar Modo Cache do Exchange.
  5. Clique em OK, em Avançar e em Concluir.
  6. Nas caixas de diálogo Configurações da Conta e Configurar Email, clique em Fechar.


Fonte: http://office.microsoft.com/pt-br/outlook-help/reparar-arquivos-de-dados-do-outlook-pst-e-ost-HA010354964.aspx

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Como instalar o Blackberry App World

Os aplicativos do BlackBerry melhoram o sistema e os recursos do dispositivo. Para encontrar esses aplicativos, é preciso primeiro instalar a BlackBerry App World, uma loja de aplicativos - alguns gratuitos, outros pagos - para dispositivos BlackBerry. A App World pode ser instalada usando o software do BlackBerry ou transferida para o dispositivo usando o computador. Para a última opção, é preciso também o programa BlackBerry Desktop Software.

Instruções

    Usando o BlackBerry

  1. 1
    Selecione o ícone "Navegador da Web" na tela inicial do BlackBerry.
  2. 2
    Digite o endereço do site para download da BlackBerry App World -- blackberry.com/appworld/download -- na barra de endereços do navegador e pressione "Enter".
  3. 3
    Selecione "Download BlackBerry App World" e siga as instruções para baixar o programa para o BlackBerry. O programa será instalado automaticamente após o download ser concluído.

    Usando o computador

  1. 1
    Conecte o BlackBerry ao computador com o cabo USB. Execute o "BlackBerry Desktop Manager" (Gerenciador do Desktop do BlackBerry) caso não abra automaticamente.
  2. 2
    Abra o navegador da Web e vá para a página "Baixe a BlackBerry App World" em "http://br.blackberry.com/services/appworld/download.jsp".
  3. 3
    Clique no botão "Baixar Agora" em "Do seu computador".
  4. 4
    Clique no botão "Baixe" na próxima página e siga as instruções para baixar a BlackBerry App World para o computador.
  5. 5
    Clique em "Aplicativos" no lado esquerdo da janela do programa BlackBerry Desktop Software. Clique no símbolo "+" ao lado de "BlackBerry App World" e clique no botão "Aplicar". O "BlackBerry Desktop Software" transferirá a BlackBerry App World para o BlackBerry. O dispositivo reiniciará automaticamente quando a transferência estiver concluída e apresentará o ícone da BlackBerry App World na lista de aplicativos na tela inicial.

Adicionar uma conta de usuário a um grupo Windows 7

Adicionar uma conta de usuário a um grupo


Se adicionar uma conta de usuário a um grupo, você poderá evitar a necessidade de conceder o mesmo acesso e a mesma permissão a diversos usuários diferentes, um por um.Os membros de um grupo podem fazer os mesmos tipos de alterações ou configurações e têm o mesmo acesso a pastas, impressoras e outros serviços de rede.

Observação

  • Estas etapas não podem ser concluídas no Windows 7 Starter, no Windows 7 Home Basic e no Windows 7 Home Premium.
  1. Para abrir o Console de Gerenciamento Microsoft, clique no botão IniciarImagem do botão Iniciar, digite mmc na caixa de pesquisa e pressione Enter.‌ É necessário ter permissão do administradorSe você for solicitado a informar uma senha de administrador ou sua confirmação, digite a senha ou forneça a confirmação.
  2. No painel esquerdo do Console, clique em Usuários e grupos locais.

    Se você não vir a opção Usuários e Grupos Locais

    Se não for exibida a opção Usuários e Grupos Locais, provavelmente é porque o snap-in não foi adicionado ao Console de Gerenciamento Microsoft.Siga estas etapas para instalá-lo:
    1. Console de Gerenciamento Microsoft, clique no menu Arquivo e, em seguida, clique em Adicionar/remover snap-in.
    2. Clique em Usuários e Grupos Locais e clique em Adicionar.
    3. Clique em Computador local, em Concluir e em OK.
  3. Clique duas vezes na pasta Grupos.
  4. Clique duas vezes no grupo ao qual deseja adicionar a conta de usuário e depois clique em Adicionar ao Grupo.
  5. Clique em Adicionar e digite o nome da conta de usuário.
  6. Clique em Verificar Nomes, em OK e em OK novamente.
Fonte: microsoft.com

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

EXECUTANDO PROGRAMAS COM CREDENCIAIS DE ADMINISTRADOR

EXECUTANDO PROGRAMAS COM CREDENCIAIS DE ADMINISTRADOR

Quem trabalha com TI com certeza já passou por situações onde um software precisa ser executado com credenciais de administrador, você daria esse privilegio a seus usuários?
Por questões de segurança, usuários utilizam contas restritas ou seja, não possuem privilégios de administrador, isso garante que usuários não possam alterar algumas configurações do computador como também a instalação de softwares. Alguns softwares necessitam de permissões para gravar em determinadas pastas ou modificar o registro do Windows e usuários restritos não possuem privilégios para concluir essas modificações.
Para resolver esse problema sem tornar o usuário um “administrador” basta utilizar o comando RUNAS também conhecido como “executar como” em nossa interface gráfica.
Abra as propriedades do atalho do software o qual pretendemos que seja executado como administrador.
runas1
Em destino, antes do caminho do executável inclua o comando Runas /savecred ficando
runas /savecred /user:administrador “C:\Windows\System32\cmd.exe”
Agora voce deverá clicar no atalho, será pedido uma senha, apos a digitação essa senha será memorizada pelo windows e não será solicitada novamente.
na figura abaixo voce poderá visualizar que o prompt esta sendo executado como administrador.
runas2
OBS: Neste exemplo utilizei o prompt de comando pois com ele é possivel exibir o usuario que esta executando-o, porem não recomendo esse uso em ambientes reais.
Caso seja necessário remover ou alterar a senha digitada use o console “contas de usuários” digitando “control userpasswords2” no executar.
Na aba “Avançado” clique em “gerenciar senhas”runas3
clique em credenciais do Windows, e modifique a credencial desejada.
runas4
outras senhas também serão salvas neste console como senhas de Área de trabalho remota.

Como retirar um Áudio de um Filme Dual Áudio com o VirtualDubMod

Como retirar um Áudio de um Filme Dual Áudio com o VirtualDubMod

Bom pessoal, vamos aprender a retirar o Dual Áudio de um filme, o que é muito simples e muitos não sabem como fazer. Baixe primeiramente o programa “VirtualDubMod_1_5_4_1” . Após baixar o programa vamos ao trabalho!
Descompacte o programa e clique duas vezes no aplicativo “VirtualDubMod” para abrir o programa :

Após estar com o programa aberto , clique em “File” e depois em “Open Video File” veja na imagem abaixo :
virtualdub-open-file
Veja como fica o programa após aberto o vídeo na imagem abaixo :
Após adicionado o filme , clique em “streams” e depois em “stream list”:
Após isso , ira abrir uma nova janela com os dois áudios do filme como mostra a imagem abaixo :
virtualdubmod
Agora você irá anular um dos dois áudios, porém não saberemos se o áudio 1 é o inglês ou o português, no caso anulei o áudio 2, para anular o áudio basta somente clicar 2 vezes em cima do áudio e depois clicar em OK .
O áudio anulado ficará com listrado, conforme a imagem acima.

Clique em OK, fechará a janela.
Agora clique em Video e depois em Video Stream Copy, como mostra a imagem abaixo:
virtualdub-direct-stream-copy
Para finalizar, clique em File e em seguida Save As e mude o nome do seu arquivo,pois senão ele irá sobrepor o original, então você terá que deixar ele completar o procedimento, que será quando preencher a barra “Progress” .

Após ele terminar de processar vá na pasta onde salvou o arquivo e pronto.
Caso tenha desabilitado o áudio em português, faça o procedimento novamente e habilite o áudio desabilitado e desabilite o habilitado.
Espero ter ajudado!
Fonte: 

Instalar e configurar Spark e OpenFire com integração no AD do Windows utilizando SQL Server 2008 R2

ESCLARECIMENTO SOBRE ESTE POST(LEIA ANTES DE TUDO).
  1. Quando você tiver instalado e integrado ao AD o seu OpenFire, não existirá mais a necessidade de adicionar usuários e grupos manualmente dentro do Spark, a partir daí, você precisará apenas criar um usuário no AD e colocá-lo no grupo spark. Somente isso bastará para aparecerem listados todos os usuários no Spark de todos os clientes.
  2. Leia devagar e com atenção o passo a passo para a instalação até o 18º ítem que dará tudo certo, pois detalhei muito bem. Devagar, por favor.
  3. Logo após o passo a passo, eu marquei de vermelho todos os ítens que considero fundamentais para o pós-instalação, então por favor novamente, leia-os com atenção. Se surgiu alguma dúvida no meio do caminho, leia até o final porque talvez posso tratá-la mais abaixo.
Hoje vamos configurar um servidor de mensagens instantâneas no Windows de nome OpenFire. Bem, para quem está acostumado a utilizar o servidor de correio Zimbra que já possui o Jive rodando nativamente para a galera bater um papo sem ter de instalar nada no pc, bastando apenas estar logado no email pelo browser, esta não é a melhor a opção, mas para quem não tem Zimbra ou Notes ou sei lá o que que já tenha um servidor de mensagens instantâneas embutido, este carinha aqui até que pode ser legal para ser instalado numa empresa que não quer que seus funcionários fiquem utilizando o serviço mensageiro para bater papo com alguém na internet, mas fora isso acho chato porque temos que instalar o client Spark em todas as máquinas.
Pois é, na era em que quase tudo está nas “nuvens”, instalar algo no pc é chato, mas este carinha cumpre bem o seu papel e por isso, se for preciso formatar a máquina(uma coisa bem comum em ambiente Windows) e ter de instalar novamente o cliente mensageiro Spark em cada pc, quase sempre existirá aquele cidadão da TI que vai ter de configurar máquina por máquina novamente(fico triste por você meu caro).
Então, para não termos de dar ainda mais trabalho para o rapaz ou garota da TI(eu já vi uma mulher formatando uma máquina sendo ela a técnica de TI!), vamos integrar o nosso Spark ao AD e assim, sempre que for criar um novo usuário para utilizar o serviço mensageiro, não precisará mais abrir a área admin do OpenFire para nada, bastando apenas criá-lo no AD e colocá-lo no grupo do Spark, pronto acabou, é isso, já é!

1º – Instalaremos o arquivo executável do OpenFire(não importa a versão). Dê dois cliques e tudo next, next, next;

Arquivo executável do OpenFire
2º – Inicializaremos o executável do OpenFire para acessarmos o módulo administrador pelo browser. Clicaremos em Launch Admin para prosseguir;
Executável do Servidor do OpenFire
Executável do Servidor do OpenFire
3º – Ao clicamos em Launch Admin, para efetuarmos o acesso a página de configuração na Web do OpenFire, de cara, já teremos de configurar a linguagem de configuração;

Opção de instalação de linguagem no OpenFire
4º – Agora, configuraremos o nosso domínio, por mais que a orientação na interrogação diga que serve tanto para o nome do host, quanto para o ip do servidor que iremos instalar, mas como estamos integrando-o no AD, vamos colocar o nosso domínio aí. Quanto as portas, só convém mudar se já existir algum serviço as utilizando neste host;

OpenFire configuração de domínio
5º – Agora, a conexão com os dados no OpenFire poderá ser feita por um banco de dados externo ou interno, contudo vou deixar minha impressão a respeito do banco de dados interno.
Minha primeira instalação do OpenFire foi utilizando seu próprio banco de dados e não tive uma boa experiência porque ao terminar a instalação, simplesmente não consegui me logar na área administrativa do OpenFire por conta, julgo eu, de um bug. Pesquisei na net sobre isso e descobri que na versão 3.7.0 existia sim este bug, mas que nesta versão que estou instalando(3.7.1) já haviam corrigido, mas pelo que andei testando nesta, também não rolou. Ainda pesquisando na net, descobri um site que ensinava uma maneira de corrigir este bug após a instalação(http://red5guide.com/install_openfire_on_windows_server.html#openfirepassword), só que ao ler o guia, percebi que eu tinha que ter acesso a base de dados do OpenFire para dar um UPDATE em tabela de usuário e não achei muito simples ou possível fazer isso utilizando o banco de dados interno, por isso optei por utilizar um externo. Mas quero deixar claro que não significa que não irá funcionar utilizando o interno, mas este tutorial irá tratar especificamente de conexão com um externo.
Seguindo então na primeira opção, Conexão Padrão do Banco de Dados.

Conexão com banco de dados no OpenFire
6º – Aqui abaixo tenho a opção de escolher vários bancos, mas neste caso aqui, vai ser o Mr. Microsoft SQL Server mesmo.

Tipo de Banco de Dados
7º- (importante) E agora a configuração do bicho(bicho SQL Server). Entretanto, antes de tudo, crie um grupo no AD com o nome que desejar dentro de Users. Eu escolhi o nome spark para forçar quem for criar usuários no AD, lembrar que sempre devem acrescentar este grupo ao usuário. A criação do grupo é para ter a opção de controle de usuários que podem e não podem ter acesso para utilizar o Spark(cliente de mensagens local), enfim, se desejar segregá-lo, não acrescente este grupo ao usuário que você acha que não deve bater papo com ninguém.

Criação de Grupo no AD
8º – Criei um usuário no AD que é membro dos grupos AdministratorsDomain AdminsDomains Users e claro, também o tornei membro do grupo spark. Fiz um usuário neste nível porque não quis misturar o usuário administrador do AD utilizado por usuários avançados com o específico deste sistema que estamos instalando, até porque ele será utilizado mais adiante algumas vezes.

Criação de Usuário Administrador de AD
9º – E para quem não manja muito de SQL Server, abaixo descrevo como criei o banco.
Para criar uma nova base de dados, dentro do gerenciador de banco de dados SQL Server Management Studio, clique com o botão direito em cima de Databases e em seguida, New Database. Dei o nome de SPARKDB para a database, coloquei o banco inicial com 40 megabytes(uns vão achar que é muito, mas deixei assim mesmo) e com Autogrowth ligado em 30%, que quer dizer que toda a vez em que ele atingir seu tamanho máximo(na primeira vez serão 40 megas), ele aumentará 30% deste tamanho automaticamente. Vale lembrar que estou me baseando numa base de dados de 200 usuários utilizando o Spark.

Criação do banco de dados
10º – Ainda dentro do SQL Server Management Studio, em Security, clique com o botão direito e em seguida New Login. Em Login Name, utilizei o mesmo nome do usuário do AD, openfire e marquei SQL Server Authenticationutilizando a mesma senha do usuário do AD para não me confundir depois, pois quando tentei com o do AD não consegui me logar no SQL Server.
Desmarquei todas as opções de verificações de senha.
E fiz uma alteração do default Database porque entendo que este usuário deve controlar apenas o seu banco, que no nosso caso é o SPARKDB.

Configuração de Usuário para conexão no SQL Server
11º – Na opção Server Role, marquei diskadmin para este usuário porque da última vez que não marquei, deu pau.

Regra do Servidor
12º – Em User Mapping, escolhi a base SPARKDB em específico e marquei db_owner para também colocar como dono daquele banco. E por último, cliquei em OK e a partir daí posso até fechar o SQL Server Management Studio.

User Mapping
13º – Até que enfim, voltei para este carinha aqui. No nosso caso escolhi o SQL Server, coloquei o usuário openfiredo banco de dados e alterei a linha da URL do Banco de Dados de:
jdbc:jtds:sqlserver://[host-name]/[database-name];appName=jive
para:
jdbc:jtds:sqlserver://nomeservidor:1433/SPARKDB;appName=jive
Repare que utilizei a porta do SQL Server que é 1433 junto com o nome do servidor.

Configuração do acesso da aplicação ao banco de dados
14º – Nesta tela escolhi a opção que utiliza LDAP porque quero me conectar no AD.

Openfire LDAP
15º – Bem, aqui tem que ser:
O Tipo de servidor tem que ser Active Directory;
Em Host, o nome do seu host. Vale lembrar que apesar de o ip também funcionar aqui(eu acho), uma pessoa que trabalha com AD me orientou colocar o nome do host mesmo.
Na Porta, deixe quietinho este 389 aí.
DN Base. Este cara você vai colocar desta forma: se seu domínio é aeroporto.cumbica, coloque dc=aeroporto,dc=cumbica;
DN Administrador: O nome daquele usuário que criamos, no caso o openfire(preferencialmente) com o seu domínio. Então ficaria assim:
openfire@aeroporto.cumbica

Configuração da Conexão com o AD
16º – Neste passo, onde está definido sAMAccountName deixei como está, só alterando apenas onde se encontra Configurações Avançadas > Filtro de Usuário de:
(&(objectCategory=person)(objectClass=user) (memberOf=CN=grupo_de_usuarios_do_ad_que_vao_utilizar_o_spark, CN=pasta_onde_esta_meu_usuario_admin_no_ad, DC=meu_dominio,DC=continuacao_do_nome_do_meu_dominio))
para:
(objectClass=organizationalPerson) (&(objectCategory=person)(objectClass=user) (memberOf=CN=grupo_de_usuarios_do_ad_que_vao_utilizar_o_spark, CN=pasta_onde_esta_meu_usuario_admin_no_ad, DC=meu_dominio,DC=continuacao_do_nome_do_meu_dominio))
Depois, só mando testar as configurações e se estiver tudo ok, é exibida para mim uma tela com o resultado do teste. No meu caso ele trouxe um usuário do AD de forma aleatória e deverá fazer isso com você também.

Mapeamento de usuário

Teste de Conexão com mapeamento de usuário
17º – Este cara aí abaixo, eu fui orientado para ignorá-lo e passar batido e foi isso o que fiz.

Mapeamento de Grupo
18º – Neste último passo, configuro a conta do administrador(Fui colocando vários usuários do AD que achei que deveriam ser admins do OpenFire).

Conta do Administrador
Pronto! Agora tente se logar no OpenFire com os usuários admins que você criou.
Fonte: mastigado.wordpress.com